Acordamos cedo, pois nosso destino era o Vaticano e é sabido que lá sempre existem muitas filas. Cuidado, pois aos domingos, às vezes, a Basílica de São Pedro fecha para visitantes, então é bom se programar para ir em outro dia da semana. Além disso, não se pode entrar de camisetas ou bermudas, por isso, se não quiser perder a viagem, vá com uma roupa mais vestida.
Como estamos perto da estação Termini, pegamos o metrô, linha A, com destino ao Vaticano. Logo ao chegar na estação Termini, procuramos o balcão da Romapass e compramos nosso ticket. O Ticket é meio salgado (€ 30,00), mas com ele, você poderá utilizar qualquer meio de transporte que precisar, dentro da cidade e ainda tem direito a entrar em dois museus de graça e descontos em outros museus e exibições.
Chegamos ao Vaticano por volta de 9:30. A fila para entrar no Museu do Vaticano é enorme, mas anda rápido. Se você puder, compre logo a entrada pela internet, pois assim, não terá que esperar muito para entrar. O Museu é riquíssimo. Cheio de obras de arte, tapetes, peças de mármore e pinturas. Os jardins também são bem planejados. Parece uma Disney World para os cristãos, pois ao sair de cada sala, você pode comprar souvenires, que vão de quebra cabeças com as pinturas de Michelangelo a garrafinhas de água benta. A entrada do Museu é € 15,00. Nem imagino em quanto está avaliado o acervo deste museu... Não pude parar de pensar em como a Igreja conseguiu coletar todas aquelas obras...
De lá fomos direto para a Praça de São de Pedro, onde fica a Basílica. A fila também é gigante, mas anda mais rápido que a outra. Aqui não se paga entrada, por isso aproveite para se deslumbrar. Tanto a praça quando a Basílica são lindíssimas. Não sou das católicas mais fervorosas, mas confesso que fiquei emocionada com o que vi. A Basílica transmite uma paz deliciosa, apesar da quantidade de gente e máquinas a mil por hora.
Passamos por um pequeno museu da Bíblia, logo ao sair do Basílica, ainda na Praça de São Pedro. Almoçamos em uma típica Cantina Italiana, eu sanduíche e Paulo: massa! (€ 16,00).
Com o Romapass entramos no Castelo de S. Ângelo, outra construção belíssima. Aliás, em Roma, para todos os lugares que se olha encontramos lindos monumentos. A cidade, à noite, ainda fica mais bela. A vista do castelo é magnífica e vale a pena tirar umas fotos.
Saímos do Vaticano por volta de 16:00, de metrô, linha A, sentido Termini.
À noite, depois de uma soneca merecida, fomos à Região de Trastevere, onde existem vários restaurantes, muito turista e muita diversão. É fácil chegar lá, pegamos o ônibus H da estação Termini e paramos na primeira parada depois de atravessar a ponte.
Decidimos parar no restaurante Carlo Menta. Pagamos € 38,00, por jantar, sobremesa e vinho. O jantar foi um verdadeiro convite à gula. Acho que um pecadinho depois de tanta reza não faz mal. Antipasti, primi piatti, secondi piatti, dolci, bevande. Minha noooossa, que delícia. E pensar que pagamos mais de € 60,00 em Barcelona por uma paella meia boca. Mas, assim vamos aprendendo.
Acho bem legal, sempre que possível, evitar transportes e andar pela cidade que estou conhecendo. Fizemos isso no México, nos EUA, em Punta, Santiago, Buenos Aires, Aruba (se bem que aqui, não há como se perder), Madri e Barcelona. Ontem, no entanto, foi um desastre! Nos perdemos no verdadeiro labirinto de ruas que existe em Roma. Andamos quase 2 horas e, só então, conseguimos um metrô para voltar pro hostel. Cuidado! O transporte em Roma não é tão bom quanto o de Barcelona. Os ônibus demoram, as linhas de metrô são pouquíssimas, então quando for se aventurar a pé, esteja seguro de que sabe o caminho. Hoje vamos tentar novamente, descobrir Roma andando!!! Acho que mesmo após a experiência de ontem à noite, vale a pena!
Arrivederci...
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