Como combinado, saímos de Porto Velho às 5h da manhã. Levamos bastante lanche para não ter que parar na estrada. Paulo começou dirigindo e só parou às 12h. Na verdade, fizemos pequenas paradas para banheiro e gasolina, mas fora isso, foi estrada e mais estrada.
A estrada até Capixaba, no Acre, está tranquila, mas depois começam os buracos. Nada alarmante, mas que requer cuidado do motorista. Nessa hora, Demi já estava dirigindo e eu e Paulo no banco de trás. Confesso que depois das, dormi até chegar a Puerto Maldonado. A paisagem não é muito diferente da que temos aí no norte, então nada me chamou muito a atenção.
| Bem confortável para pegar a estrada |
| Chuva na estrada, cuidado dobrado! |
Por volta de 3h chegamos a Assis Brasil, divisa com Iñapari - Peru. Lá o trâmite é bem simples. Você deve ir ao posto da Polícia Federal preencher um formulário e carimbar seu passaporte. Não demorou mais que 20 minutos. Já na parte peruana... Que desorganização! Apenas 1 rapaz na imigração para carimbar passaportes, dar informações, receber os formulários e etc. E como tinha gente!!! Na maioria brasileiros vindo de todos os cantos, Santa Catarina, Roraima, Rio de Janeiro, Acre e etc. Depois que você preenche o formulário peruano, caso esteja de carro, tem que levar a documentação para ser conferida logo ao lado. Não esqueça de levar as cópias do documento de identidade, documento do carro, CNH e cópia do formulário preenchido na imigração peruana. Aqui também, apenas uma pessoa para dar conta de todo o trabalho. Resultado, só saímos de Iñapari às 5h.
A estrada, então melhora bastante, mas não pense que você irá poder imprimir grande velocidade, pois existem muitas curvas e muitas, mas muitas lombadas!!!! Eu vi algumas, pois, como disse, estava dormindo a maior parte do tempo zzzz, efeito do Resfenol que estou tomando. Choveu quase toda a viagem.
Chegamos a Puerto Maldonado por volta de 8h. A cidade me pareceu bem pobre, muitos casebres, motokars pela rua, sujeira, enfim, não é uma cidade agradável, mas você consegue encontrar lugares bons pra comer, assim como hotéis luxuosos que chegam a cobrar R$ 600,00 a diária.
Resolvemos logo jantar, já que não tínhamos almoçado. Seguindo a dica de nosso amigo Bruno Mesquita, fomos ao Burgos's Restaurant. Pedimos pescado e lomo a la parrila. Pratos bem servidos, comida gostosa e preço razoável, 120 soles ou quase R$ 120. Isso mesmo!!!!!! O câmbio disparou com a quantidade de turistas brasileiros vindo para o Reveillon. Conseguimos trocar o Real a 1,05 lá em Iñapari, mas aqui em Puerto Maldonado já está .90! Um roubo. Mas nosso lema há muito tempo é quem converte não se diverte, então bora que bora.
Resolvemos logo jantar, já que não tínhamos almoçado. Seguindo a dica de nosso amigo Bruno Mesquita, fomos ao Burgos's Restaurant. Pedimos pescado e lomo a la parrila. Pratos bem servidos, comida gostosa e preço razoável, 120 soles ou quase R$ 120. Isso mesmo!!!!!! O câmbio disparou com a quantidade de turistas brasileiros vindo para o Reveillon. Conseguimos trocar o Real a 1,05 lá em Iñapari, mas aqui em Puerto Maldonado já está .90! Um roubo. Mas nosso lema há muito tempo é quem converte não se diverte, então bora que bora.
O hotel em que estamos é o Hospedaje Tres Fronteras. Hotel bem simples a 120 soles a diária sem café da manhã!!!!
Resolvemos logo comprar a Sorocchi pill (2 soles cada). Na farmácia principal, já estava esgotada. Os turistas acabaram com toda a reserva, mas conseguimos comprar em uma farmácia menor.Segundo a atendente, você deve tomar 1 a cada 8 horas para evitar os desconfortos da altitude, mas apenas no primeiro dia. Vamos ver, né?
Amanhã, pretendemos sair por volta de 8h, e a previsão de chegada em Cusco é lá para às 18h.




